CERTICS - Creditando software. Acreditando no país.

Sobre a Certics

O CERTIFICADO DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NO BRASIL

 

A CERTICS foi criada para comprovar se um software  é resultado de desenvolvimento e inovação tecnológica no País.

Ao identificar esses softwares, que geram desenvolvimento, competências, autonomia tecnológica, capacidade inovativa e negócios baseados em conhecimento no País, a CERTICS potencializará o desenvolvimento do mercado brasileiro de TI.

 

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Fontes: Associação Brasileira das Empresas de Software  (ABES)e Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX)

 

DIFERENCIAL

 

Metodologia de Avaliação e a Plataforma CERTICSys que apoia a execução de uma avaliação, são alguns dos principais diferenciais da CERTICS. Também se destaca a rede de entidades avaliadoras, distribuídas nas regiões do País, que permitem maior rapidez no atendimento, com menor custo para a organização que deseja o certificado CERTICS.

A Metodologia CERTICS, simples, moderna e inovadora, baseia-se na avaliação de quatro Áreas de Competência fundamentais: Desenvolvimento Tecnológico, Gestão de Tecnologia, Gestão de Negócios e Melhoria Contínua.

 

 

 

PRINCÍPIOS DA CERTICS

 

Autonomia Tecnológica: Capacidade técnica e decisória da Unidade Organizacional para implementar mudanças nas tecnologias relevantes presentes no software.

Capacidade Inovativa: Habilidade de gerar novo conhecimento, nova tecnologia e novos artefatos de aplicar ou implementar esses resultados.

Negócios baseados em conhecimento: Negócios fortemente baseados em conhecimento especializado, que envolvem recursos humanos altamente qualificados, aprendizado por meio de networking e forte interação fornecedor-cliente.

 

 

 

INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS NA AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO

 

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer) criou e mantém atualizada a Metodologia CERTICS, além de monitorar a sua utilização e resultados.              A avaliação para a obtenção da CERTICS é realizada através de uma rede de entidades credenciadas, apoiadas pela Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação (Facti).              O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) emite a certificação por meio da Secretaria de Política da Informática (SEPIN), que tem como atribuição formular, implementar e acompanhar políticas públicas e ações voltadas para o setor de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) no Brasil.

 

 

HISTÓRICO

 

O conceito da CERTICS foi desenvolvido por uma equipe técnica multidisciplinar formada por engenheiros de software,  economistas, especialistas em políticas públicas, especialistas em melhoria de processo de software, consultores jurídicos, entre outros que deu origem a uma metodologia inovadora, projetada com base em modelos internacionais e desenvolvida de forma colaborativa em conjunto com a iniciativa privada, compradores públicos, especialistas e acadêmicos da área.

 

A primeira versão da Metodologia de Avaliação da CERTICS para software  foi disponibilizada para Consulta Pública no período entre 21/08/2012 a 12/12/2012, com o objetivo de promover e divulgar esta Metodologia para a sociedade de modo a validar seus conceitos, estrutura lógica, corpo de conhecimentos e colher contribuições.

 

Além das contribuições recebidas nas duas Audiências Públicas que ocorreram nesse período, a página da CERTICS recebeu 4.686 visitas e foi visualizada 18.922 vezes. Mais de 120 participantes de diferentes organizações contribuíram com o processo de validação da Metodologia enviando dúvidas e comentários. Assim, com o objetivo de documentar, organizar e encaminhar as contribuições recebidas, foi elaborado o Relatório da Consulta Pública.

 

A Metodologia de Avaliação da CERTICS para Software  foi revisada em função das contribuições recebidas na Consulta Pública e está disponível no Documento de Definição como uma versão resumida e na sua versão detalhada em Modelo de Referência para Avaliação da CERTICS 1.1 e Método de Avaliação da CERTICS 1.1

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou em 18/06/2013 o início do processo de certificação, em cerimônia ocorrida no Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, em Campinas(SP).

 

Na mesma data foi disponibilizada a plataforma CERTICSys para realização de simulações da avaliação de softwares  segundo a Metodologia CERTICS.

 

No dia 19/09/2013 foram iniciados os processos de avaliação dos softwares  candidatos.

...  Lei estabelece princípios, objetivos e diretrizes da Política Nacional de Informática, seus fins e mecanismos de formulação,Artigo 218   ...  § 3º O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência, pesquisa e tecnologia, e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho.  § 4º A lei apoiará e estimulará as empresas que invistam em pesquisa, criação de tecnologia adequada ao País, formação e aperfeiçoamento de seus recursos humanos e que pratiquem sistemas de remuneração que assegurem ao empregado, desvinculada do salário, participação nos ganhos econômicos resultantes da produtividade de seu trabalho.  ...  Artigo 219   O mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado de modo a viabilizar o desenvolvimento cultural e sócio-econômico, o bem-estar da população e a autonomia tecnológica do País, nos termos de lei federal.Art. 3º  Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta ou indireta, as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público e as demais organizações sob o controle direto ou indireto da União darão preferência, nas aquisições de bens e serviços de informática e automação, observada a seguinte ordem, a:  I - bens e serviços com tecnologia desenvolvida no País;Art. 3º  ... § 2o  Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços: ... II - produzidos no País; III - produzidos ou prestados por empresas brasileiras. IV - produzidos ou prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País. Regulamenta  a lei 8.248/1991  Art. 3º, 4º e 9º;  Preferencia bens e serviços com tecnologia desenvolvida no País Altera  a Lei nº 8.666  Art. 3º  ... § 6o  A margem de preferência de que trata o § 5o será estabelecida com base em estudos revistos periodicamente, em prazo não superior a 5 (cinco) anos, que levem em consideração:  I - geração de emprego e renda;  II - efeito na arrecadação de tributos federais, estaduais e municipais; III - desenvolvimento e inovação tecnológica realizada no País; IV - custo adicional dos produtos e serviços; e V - em suas revisões, análise retrospectiva de resultados.Regulamenta  a Lei nº 8.666 Art. 3º  ...  Art. 3o  Nas licitações no âmbito da administração pública federal será assegurada, na forma prevista em regulamentos específicos, margem de preferência, nos termos previstos neste Decreto, para produtos manufaturados nacionais e serviços nacionais que atendam, além dos regulamentos técnicos pertinentes, a normas técnicas brasileiras, limitada a vinte e cinco por cento acima do preço dos produtos manufaturados estrangeiros e serviços estrangeiros.   ...   § 5o  Para fins de aplicação do § 4o, os Ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior estabelecerão os requisitos e critérios para verificação dos produtos e serviços resultantes de desenvolvimento e inovação tecnológica realizados no País, após proposição da Comissão a que se refere o artigo 7o. Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação  http://timaior.mcti.gov.br/Certificação de software resultante de desenvolvimento e Inovação tecnológica realizados no País   1. Portaria MCTI n° 555 de 18/06/2013  Decreto 8.186

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